There's No Shame In Asking For Help!

Need Help With a Term?

Don't Be Too Proud To Ask!

We translators have every reason to take pride in our profession and in the quality of work we strive to produce.

Sometimes, though, that feeling of self-satisfaction can be taken to extremes and, as the proverb warns us:

"Pride comes before the fall".

Excessive pride in one's ability, knowledge, and experience bodes ill in terms of professional growth. Why, you may ask?

Because you're always going to come across a term or expression you don't know off the top of your head.

Regardless of how much experience you have as a professional translator – 10, 15, or 30 years – there's no way you can know everything and you'll still need to turn to dictionaries and other references to find the exact match for a given word in the target language.

Granted, you usually find what you're looking for that way. But…what do you do when you don't?

A rank amateur might try plucking the answer out of thin air and hope for the best, but a true professional knows there is another, better option!

Don't be afraid or ashamed to ask your client for help, especially out of a misplaced sense of pride.

If you still don't know the meaning of a word or phrase after exhausting all of your resources, then ask your client!

After all, he or she is the owner of the document and is in the best position to help you.

Who knows? The reason you didn't understand something might be because there was a problem in the way the sentence was written or some words were used improperly!

Not long ago, we interviewed a Brazil-based translator who uses AVRO dx as her go-to reference for her English-Portuguese and Portuguese-English translations.

She had an eye-opening experience a while back that illustrates this point and we'd like to share it with you, so we've transcribed part of the interview below.

For professional ethical reasons, the translator chose not to identify herself and, therefore, we'll call her Letícia. Also, we thought it would have a stronger impact by leaving it in Portuguese.

Lighthouse: Letícia, obrigado por nos conceder essa entrevista. Você comentou há pouco que é comum você ligar para seus clientes, buscando ajuda ou salientando alguma inconsistência no texto-fonte. Você se lembra de alguma experiência nesse respeito?

Letícia: Sim, tenho várias, mas tem uma que foi bastante marcante pra mim porque, em determinado momento da tradução (era de português para inglês), percebi que eu não estava conseguindo traduzir uma certa frase do texto.

Lighthouse: Você se lembra de que se tratava o texto?

Letícia: Sim, era um contrato de prestação de serviços e eu não conseguia encontrar uma tradução exata, nem mesmo no AVRO dx e, muito menos, lendo artigos relevantes publicados na Internet. O prazo era muito curto – e estava se esgotando – e eu não podia continuar parada por mais tempo. Foi aí que cheguei à conclusão de que havia algo de errado.

Lighthouse: Desculpe interrompê-la. Quando isso ocorreu, não passou pela sua cabeça fazer uma tradução meia-boca para não perder o prazo?

Letícia: Nem pensar. Nunca faço isso. Se não sei, digo que não sei e informo o cliente. E foi isso o que fiz. Liguei pro cliente e expliquei minha dúvida para a gerente do setor. Ela agradeceu e disse que iria conversar com o engenheiro que havia elaborado o contrato para a prestação dos serviços.

Lighthouse: Não passou pela sua cabeça que sua atitude poderia ser encarada pela gerente como uma demonstração de incapacidade profissional?

Letícia: Olha, a gente fica, sim, um pouco temerosa de que isso possa acontecer, mas eu prefiro agir assim do que fazer uma tradução… como foi que você chamou mesmo?

Lighthouse: Meia-boca.

Letícia: Isso. Nem pensar. Só traduzo quando tenho certeza de que a tradução está 100% correta.

Lighthouse: E a gerente? Ela te retornou com alguma resposta sobre sua dúvida?

Letícia: Sim. No dia seguinte, ela me ligou dizendo que eles haviam analisado minha dúvida e que um dos advogados da empresa sugeriu uma tradução aceitável em inglês que ela me enviaria por email.

Lighthouse: E sobre a inconsistência?

Letícia: Ah, sim! Ela mencionou que tratava-se de um erro no contrato que poderia gerar uma multa de mais de dez mil dólares para a empresa e me agradeceu muito por eu ter levantado a questão e disse que me mandaria um novo texto com as devidas correções.

Lighthouse: Como você se sentiu?

Letícia: Dever cumprido! Eu não sabia que a inconsistência poderia chegar a esse ponto, mas cabia a mim não reproduzir um erro, a não ser que eles autorizassem, mas isso nunca aconteceu comigo. Quando aponto um erro ou uma inconsistência, o cliente sempre agradece.

Lighthouse: Então, vale a pena agir com humildade e pedir ajuda ao cliente?

Letícia: E como! Recomendo isso a todo tradutor. Não há vergonha alguma em pedir ajuda. Pelo contrário, o cliente aprecia essa atitude e reconhece que você está sendo extremamente profissional.

Lighthouse: Obrigado pela entrevista, Letícia. Esperamos que muitos outros tradutores de todo o mundo possam tirar pleno proveito de sua experiência.

Letícia: Eu que agradeço a oportunidade. Gosto muito dos artigos que vocês publicam.

Leticia wasn't too proud to contact her client when she ran into a problem and, in so doing, she called attention to a serious problem in the original document that saved her client a lot of money in potential fines.

 

Check out the testimonial below from Marina Nantes, a Brazilian translator who's used AVRO dx for many years.

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